Rafael Limaverde e eu estaremos no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza, brincando com a criançada. Será domingo, dia 5 de julho, às 14h, na programação do Construindo Histórias.
A brincadeira:
De forma simples e divertida, o escritor Kelsen Bravos e o ilustrador Rafael Limaverde sensibilizam e estimulam a criançada para a (re)criação coletiva de narrativa sobre um dia no circo. Em seguida, individualmente ou em pequenos grupos, os participantes orientados pelos artistas registram seus textos e ilustrações. 50min.
Serviço:
Hoje Tem Criação? Tem Sim, Senhor! (Fortaleza-CE)
Dia 05, domingo, 14h
Facilitador: Kelsen Bravos e Rafael Limaverde
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Padre Cícero - a biografia
Lira Neto, jornalista e biógrafo, escreve Padre Cícero, título do livro a ser lançado em novembro pela Companhia das Letras. Pela qualidade do olhar que ele revela nas fotos que documentam sua ida a Juazeiro do Norte, a biografia será mais um excelente livro desse talentoso e premiado pesquisador e contador de histórias (por escrito).
Leia mais sobre a biografia Padre Cícero no Blog do Lira Neto.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Cultura digital - microcontos no Twitter
Deu na Folha de São Paulo que o Twitter anda "espremendo" romances clássicos e criações originais nos limites de 140 caracteres de cada post. A síntese dessa nova ferramenta de comunicação exige leitura atenta e domínio da escrita. O Twitter nasceu para o haicai.Veja o que saiu na Folha .
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Literatura de Lua
O Literatura de Lua, evento produzido por Fernanda Meireles, na livraria Lua Nova, todas as terças à noite, proporcionou, no dia 19/06/2009 ...

um começo de noite com bate papo sobre crônica ao sabor dos textos e músicas de Antônio Maria.
A conversa esticou sobre Drummond e os cronistas da terrinha, Ruy Vasconcelos, Natércia Campos, Túlio Monteiro, Pedro Salgueiro, Raymundo Neto, Lira Neto e Vessillo Monte e o irmão dele ... são tantos... Narcélio Limaverde...

um começo de noite com bate papo sobre crônica ao sabor dos textos e músicas de Antônio Maria.
A conversa esticou sobre Drummond e os cronistas da terrinha, Ruy Vasconcelos, Natércia Campos, Túlio Monteiro, Pedro Salgueiro, Raymundo Neto, Lira Neto e Vessillo Monte e o irmão dele ... são tantos... Narcélio Limaverde...
domingo, 21 de junho de 2009
Notícias sobre os Clubes de Leitura
Blogs divulgam ações de incentivo à leitura nas escolas
Essa é a filosofia do projeto Clubes de Leitura, uma das ações do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), que vai formar, a partir deste mês, espaços que reunirão grupos de pessoas para a troca de ideias sobre a literatura voltada para educação infantil. Leia mais em OPOVO.
Essa é a filosofia do projeto Clubes de Leitura, uma das ações do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), que vai formar, a partir deste mês, espaços que reunirão grupos de pessoas para a troca de ideias sobre a literatura voltada para educação infantil. Leia mais em OPOVO.
sábado, 20 de junho de 2009
Clube de Leitura - Ipaporanga-CE
Recebi informações de que em Ipaporanga os professores estão com todo entusiasmo, promovendo a leitura por meio do Clube de Leitura. Veja:
"Na Escola Marco Almeida Neto, no município de Ipaporanga, sob
coordenação de Maria Aurileda Almeida, vem sendo desenvolvido o
Projeto de Leitura: Meu Ser Depende do Meu Ler, envolvendo todas as
crianças: da Educação Infantil ao 9 Ano. Creia-me que até os
motoristas do transporte escolar já estão entrando no ritmo da leitura
prazerosa! A Aurilândia, secretária da escola, é uma das articuladoras
e mediadoras desse projeto que de forma amável e criativa está
ramificando-o muito bem." - informa Fátima Maria Morais, responsável pelo Clube de Leitura do Programa Alfabetizção na Idade Certa (PAIC) no município.
Em breve publico aqui fotos e mais detalhes do Projeto de Leitura: Meu ser depende do meu ler.
"Na Escola Marco Almeida Neto, no município de Ipaporanga, sob
coordenação de Maria Aurileda Almeida, vem sendo desenvolvido o
Projeto de Leitura: Meu Ser Depende do Meu Ler, envolvendo todas as
crianças: da Educação Infantil ao 9 Ano. Creia-me que até os
motoristas do transporte escolar já estão entrando no ritmo da leitura
prazerosa! A Aurilândia, secretária da escola, é uma das articuladoras
e mediadoras desse projeto que de forma amável e criativa está
ramificando-o muito bem." - informa Fátima Maria Morais, responsável pelo Clube de Leitura do Programa Alfabetizção na Idade Certa (PAIC) no município.
Em breve publico aqui fotos e mais detalhes do Projeto de Leitura: Meu ser depende do meu ler.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Professores do interior terão blogs para incentivar troca de experiências
Facilitar a troca de experiências e a divulgação de informações sobre literatura, arte e o que acontece no interior do Estado. É nesta direção que gerentes e técnicos dos municípios do Eixo de Literatura Infantil e Formação do Leitor, componente do Programa Alfabetização na Idade Certa(Paic), participam a partir desta terça-feira, dia 2, das 8 às 17 horas, da 2ª Etapa do Curso Formação do Mediador da Leitura. Promovido pela Secretaria da Educação(Seduc), o evento acontecerá até a próxima sexta-feira, dia 5, no Centro de Referência do Professor, em Fortaleza, (rua Conde D' Eu s/n – bairro Centro).
Conforme Fabiana Skeff, responsável pelo Eixo, a idéia é criar a Comunidade de Relacionamentos on line dos Clubes de Leitura, visando à construção de um blog em cada município cearense. A iniciativa propiciará aos professores um espaço de encontro com o intuito de desenvolver a cultura da leitura dentro da sala de aula.
Com a meta de alfabetizar todas as crianças da rede pública de ensino até sete anos de idade, o Programa Alfabetização na Idade Certa(Paic) oferece materiais pedagógicos aos alunos do primeiro e segundo ano da rede municipal. Além disso, promove a formação dos profissionais em alfabetização, programa de incentivo à leitura e a implantação de sistemas que avaliem as séries iniciais do ensino fundamental e propiciem um diagnóstico da situação para que o município possa gerenciar o ensino que oferta à sociedade.
As ações do Programa são distribuídas em cinco eixos definidos como prioritários: Avaliação Externa; Gestão da Educação Municipal; Gestão Pedagógica; Educação Infantil e Formação do Leitor. A Secretaria da Educação do Estado (Seduc) assumiu o gerenciamento do Alfabetização na Idade Certa, mas conta com as parcerias da SECULT, APRECE, UNDIME-CE, APDMCE, Fórum de Educação Infantil e UNICEF.
Fonte: Portal SEDUC
Conforme Fabiana Skeff, responsável pelo Eixo, a idéia é criar a Comunidade de Relacionamentos on line dos Clubes de Leitura, visando à construção de um blog em cada município cearense. A iniciativa propiciará aos professores um espaço de encontro com o intuito de desenvolver a cultura da leitura dentro da sala de aula.
Com a meta de alfabetizar todas as crianças da rede pública de ensino até sete anos de idade, o Programa Alfabetização na Idade Certa(Paic) oferece materiais pedagógicos aos alunos do primeiro e segundo ano da rede municipal. Além disso, promove a formação dos profissionais em alfabetização, programa de incentivo à leitura e a implantação de sistemas que avaliem as séries iniciais do ensino fundamental e propiciem um diagnóstico da situação para que o município possa gerenciar o ensino que oferta à sociedade.
As ações do Programa são distribuídas em cinco eixos definidos como prioritários: Avaliação Externa; Gestão da Educação Municipal; Gestão Pedagógica; Educação Infantil e Formação do Leitor. A Secretaria da Educação do Estado (Seduc) assumiu o gerenciamento do Alfabetização na Idade Certa, mas conta com as parcerias da SECULT, APRECE, UNDIME-CE, APDMCE, Fórum de Educação Infantil e UNICEF.
Fonte: Portal SEDUC
sexta-feira, 29 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Da série eu recomendo: Rafael Limaverde

Artista plástico, cartunista, xilogravurista, fotógrafo, meu dileto amigo Rafael Limaverde escreveu o livro "De bicicleta pela América Latina", que registra sua aventura ciclista de Fortaleza ao México, de lá, passando por Venezuela, Equador, Peru, Bolívia, Chile, até a Argentina de onde, via Paraguai, Uruguai, sul, sudeste e nordeste do Brasil, retorna a Fortaleza, mais que uma viagem, um rito de passagem com compromisso social e ética cidadã.
Limaverde ilustrou os livros para crianças Toctelecoteco da Vovó, Palavras ao Vento, Ventos da Esperança, Valente - O Boi Bumbá, Aventuras no Farol, dos três primeiros somos coautores e os outros são em coautoria com o poeta Francélio Figueredo e o contador de histórias Almir Mota, respectivamente, sob minha prazerosa coordenação editorial.
O cartum deste post peguei "escondido" de um dos blogs que ele mantém na net. Confira mais ilustrações de Rafael Limaverde em Ilustras Rafael.
terça-feira, 19 de maio de 2009
CAMPANHA CONTRA AS ENCHENTES
O blog Sedentário, contradizendo o próprio nome, não fica parado não e promove campanha em favor das vítimas das enchentes no Nordeste. Aliás, para fazer justiça, o nome completo do blog é Sedentário e Hiperativo.
Em solidariedade, divulgo a campanha e indico o blog criado para agregar recursos sobre as enchentes: Enchentes no Nordeste .
Em solidariedade, divulgo a campanha e indico o blog criado para agregar recursos sobre as enchentes: Enchentes no Nordeste .
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Carta aberta a Ruy Vasconcellos
Meu caro amigo Ruy,
Bem ponderada tua intervenção sobre replicar em Fortaleza a "Virada Cultural" de São Paulo.
Faz falta a proatividade cultural de uma "Padaria Espiritual". O Ceará tem relação estreita com a literatura. Precisa acreditar mais nisso. Carlos Emílio Correia Lima, um tremendo agitador cultural, com foco na literatura, depois da revista O Saco, do movimento Siriará, e de um "exílio" no Rio de Janeiro, volta na segunda metade dos anos de 1990 e replica uma ação literária que fazia no meio sudestino: as rodas de poesia. Com elas, sobre o palco sob a passarela, Espaço Rogaciano Leite Filho, num período de uns três anos (incluindo o da virada do milênio, um século depois da Padaria Espiritual), mobilizou todos os sábados, em saraus de duas horas, poetas, poetisas e um público bastante considerável. Uma quantidade surpreendente de pessoas interessadas em poesia, muitas delas se dizendo até escritoras, a maioria, sabemos nós, fogo de palha, mas o movimento saldou com o surgimento de uma geração promissora de literatos. Uma pena ter acabado essa programação gratuita no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Pena maior a quase total dispersão depois disso.
(O Ceará é berço de bons poetas, Antônio Sales, Cruz Filho, Arthur Eduardo Benevides, Francélio Figueredo... E não podemos esquecer e nem deixar esquecer nosso poeta maior, um poeta da língua portuguesa, um poeta universal: José Albano.)
Quanto a prosa, notadamente o conto, um outro benquerer cearense (lembremos de Raimundo Magalhães, Raimundo Magalhães Jr., Gustavo Barroso, Alberto Santiago Galeno, Moreira Campos, Tércia Montenegro, Pedro Salgueiro...), imagino um dia, um lugar e um movimento para esplendê-la: o 1º de Abril, a praça do Ferreira, exatamente sob o Cajueiro da Mentira, e sessões de leitura ou contação de histórias. Com os devidos trato de mídia e organização do evento, esse dia poderá vir a ser algo bem maior para nós do que uma “Virada Cultural” à paulista.
Um abraço deste teu reverente amigo,
Kelsen Bravos
Leia mais:
Sobre O Saco e o Grupo Siriará
Bem ponderada tua intervenção sobre replicar em Fortaleza a "Virada Cultural" de São Paulo.
Faz falta a proatividade cultural de uma "Padaria Espiritual". O Ceará tem relação estreita com a literatura. Precisa acreditar mais nisso. Carlos Emílio Correia Lima, um tremendo agitador cultural, com foco na literatura, depois da revista O Saco, do movimento Siriará, e de um "exílio" no Rio de Janeiro, volta na segunda metade dos anos de 1990 e replica uma ação literária que fazia no meio sudestino: as rodas de poesia. Com elas, sobre o palco sob a passarela, Espaço Rogaciano Leite Filho, num período de uns três anos (incluindo o da virada do milênio, um século depois da Padaria Espiritual), mobilizou todos os sábados, em saraus de duas horas, poetas, poetisas e um público bastante considerável. Uma quantidade surpreendente de pessoas interessadas em poesia, muitas delas se dizendo até escritoras, a maioria, sabemos nós, fogo de palha, mas o movimento saldou com o surgimento de uma geração promissora de literatos. Uma pena ter acabado essa programação gratuita no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Pena maior a quase total dispersão depois disso.
(O Ceará é berço de bons poetas, Antônio Sales, Cruz Filho, Arthur Eduardo Benevides, Francélio Figueredo... E não podemos esquecer e nem deixar esquecer nosso poeta maior, um poeta da língua portuguesa, um poeta universal: José Albano.)
Quanto a prosa, notadamente o conto, um outro benquerer cearense (lembremos de Raimundo Magalhães, Raimundo Magalhães Jr., Gustavo Barroso, Alberto Santiago Galeno, Moreira Campos, Tércia Montenegro, Pedro Salgueiro...), imagino um dia, um lugar e um movimento para esplendê-la: o 1º de Abril, a praça do Ferreira, exatamente sob o Cajueiro da Mentira, e sessões de leitura ou contação de histórias. Com os devidos trato de mídia e organização do evento, esse dia poderá vir a ser algo bem maior para nós do que uma “Virada Cultural” à paulista.
Um abraço deste teu reverente amigo,
Kelsen Bravos
Leia mais:
Sobre O Saco e o Grupo Siriará
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Casa do Conto em Canindé
De Canindé, recebemos excelentes notícias. A primeira é a de que Verônica Oliveira Pinto, contadora de histórias, que se recuperava de uma cirurgia, já está de volta e em plena forma. A segunda é a de que no dia 15/05/09, às 16 horas, o grupo fará uma apresentação para as crianças da Sociedade Hospitalar São Francisco, numa área ampla e arejada da pediatria, segundo informa Rita Lima, que acrescenta "já fomos verificar [o espaço] e conversamos com a Dra. Lea, acertamos um roteiro com histórias curtas, brincadeiras leves e roda de leitura."
O carro do Projeto
Quanto ao carro para uso específico da Casa do Conto, já está sendo adesivado com a logomarca da Casa do Conto e com o brasão oficial da Prefeitura Municipal de Canindé. O coordenador dos transportes da Secretaria da Educação informou que "na próxima semana [11 a 15/05] nos entregará, mesmo assim estamos em ação", afirma Rita Lima.
Formação do PAIC -
A convite da 7ª CREDE, que reúne 22 municípios, a Casa do Conto fará apresentação nos dias 11 e 12/05/09 na abertura da formação do Programa Alfabetização na Idade Certa - PAIC. Além da contação de histórias, nesses dois dias o núcleo da Casa do Conto vai expor em um estande os "trabalhos, com baú, baner, exposição das fotos do projeto Conhecendo Canindé, documentários, biografias de artistas canindeenses, materiais do projeto Jornal na Sala de Aula", anuncia Rita Lima.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Clubes de Leitura
O Governo do Estado do Ceará promove, de 27 a 30/04, o curso Mediador de Leitura a fim de instrumentalizar e sensibilizar os técnicos de educação do Eixo de Literatura Infantil e Formação de Leitores, do Programa Alfabetização na Idade Certa - PAIC, para a criação de Clubes de Leitura em cada um dos 184 municípios do estado.
O que é o Clube de Leitura?
Espaço onde se estimula o prazer de ler e o consequente encontro das pessoas consigo mesmas, com os outros e com a diversidade cultural do mundo, o Clube de Leitura se constitui numa rede de professores leitores.
Como será a integração dos 184 Clubes de Leitura
Uma das ferramentas de integração dessa rede é o Blog do Clube de Leitura, que incorpora, no mínimo, 184 blogs, a ser mediado pela SEDUC por meio da Coordenadoria de Cooperação com os Municípios, sob gestão da professora Márcia Oliveira Cavalcante Campos e da coordenadora das Células de Programa e Projetos Estaduais, Lucidalva Pereira Barcelar. Sob consultoria de Regis Freitas, blogger e administrador de cultura digital, e deste professor editor e blogger que vos fala.
Quando os Clubes de Leitura começam a funcionar?
Os Clubes de Leitura se efetivam a partir de junho. a formação, entretanto, já começou no dia 27 de abril e já resultou em muita leitura e escrita. Para conferir as criações dos participantes sobre leitura, cultura e identidade, clique aqui.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Capacitação vai incentivar a leitura entre os profissionais da educação
Com o objetivo de preparar os técnicos da educação para a implantação dos Clubes de Leitura nos 184 municípios do Estado do Ceará, a Secretaria da Educação(Seduc) realizará a partir desta segunda-feira, dia 27, das 8 às 17 horas, o curso Mediador da Leitura. A iniciativa integra o Eixo de Literatura Infantil e Formação do Leitor do Programa Alfabetização na Idade Certa(Paic). O evento seguirá até a próxima quinta-feira, 30, no Centro de Treinamento Prof. Antônio Albuquerque de Sousa Filho (rua Adolfo Moreira de Carvalho s/n – Água Fria).
A ação visa incentivar o prazer da leitura e estimular a diversidade cultural entre os participantes dos clubes: professores das séries iniciais e educação infantil. Ao todo serão 225 participantes entre formadores do Eixo de Literatura Infantil e Formação do Leitor que atuam na Secretaria da Educação (Seduc), na Superintendência das Escolas de Fortaleza (Sefor), nas 20 Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Crede) e nas 184 secretarias municipais de educação. Além destes, estarão presentes representantes das instituições parceiras do Paic (UNICEF, SECULT, Fórum de Educação Infantil, APRECE, UNDIME-CE e APDMCE).
Conforme Fabiana Skeff, responsável pelo Eixo de Literatura Infantil do Paic, a ideia é que o professor leitor seja um mediador para a construção do aluno leitor.
O Clube da Leitura é uma iniciativa do Programa Alfabetização na Idade Certa, implantado pelo Governo do Estado, por meio da Seduc, que propiciará aos professores um espaço de encontro com o intuito de desenvolver a cultura da leitura dentro da sala de aula. O projeto, que tem início em junho deste ano, será amplamente divulgado nos municípios cearenses. Cada um destes contará ainda com um blog na internet para facilitar o intercâmbio entre os Clubes de Leitura do Estado.
Veja as datas de cada participante:
Dias 27 e 28: Macro A (Credes 1, 2, 9) MABRO B (Credes 3, 4, 5, 6), Macro C (Credes 08, 12, 14), Seduc, Secult, Unicef, Fórum de Educação Infantil, Aprece, Undime-CE, APDMCE e Sefor
Dias 29 e 30: Macro D (Credes 10, 11, 16, 17), Macro E (Credes 07, 13, 15), Macro F (Credes 18, 19, 20), Macro G (Fortaleza), Seduc e Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza.
A ação visa incentivar o prazer da leitura e estimular a diversidade cultural entre os participantes dos clubes: professores das séries iniciais e educação infantil. Ao todo serão 225 participantes entre formadores do Eixo de Literatura Infantil e Formação do Leitor que atuam na Secretaria da Educação (Seduc), na Superintendência das Escolas de Fortaleza (Sefor), nas 20 Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Crede) e nas 184 secretarias municipais de educação. Além destes, estarão presentes representantes das instituições parceiras do Paic (UNICEF, SECULT, Fórum de Educação Infantil, APRECE, UNDIME-CE e APDMCE).
Conforme Fabiana Skeff, responsável pelo Eixo de Literatura Infantil do Paic, a ideia é que o professor leitor seja um mediador para a construção do aluno leitor.
O Clube da Leitura é uma iniciativa do Programa Alfabetização na Idade Certa, implantado pelo Governo do Estado, por meio da Seduc, que propiciará aos professores um espaço de encontro com o intuito de desenvolver a cultura da leitura dentro da sala de aula. O projeto, que tem início em junho deste ano, será amplamente divulgado nos municípios cearenses. Cada um destes contará ainda com um blog na internet para facilitar o intercâmbio entre os Clubes de Leitura do Estado.
Veja as datas de cada participante:
Dias 27 e 28: Macro A (Credes 1, 2, 9) MABRO B (Credes 3, 4, 5, 6), Macro C (Credes 08, 12, 14), Seduc, Secult, Unicef, Fórum de Educação Infantil, Aprece, Undime-CE, APDMCE e Sefor
Dias 29 e 30: Macro D (Credes 10, 11, 16, 17), Macro E (Credes 07, 13, 15), Macro F (Credes 18, 19, 20), Macro G (Fortaleza), Seduc e Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Feliz aniversário, Fortaleza?
Quanta estupidez, meu Deus! Viver é muito perigoso. Um cabo despreparado, agora também vítima, um bando de vândalos, estes sim impunes. Precisamos saber como se organiza, quem estimula essas ações criminosas. Uma sede de justiça resseca nossa garganta: que o cabo seja punido exemplarmente, não por ele pobre vítima, mas pela instituição que arma despreparados; que esse vandalismo genocida seja definitiva e expressamente extinguido da nossa sociedade com a detenção, julgamento e a devida punição aos agentes desse terror, em todas as instâncias, a dos que agem e as do que planejam.
Reproduzo aqui a crônica de Raymundo Netto, sobre mais uma fatalidade gerada pela violência em Fortaleza, na semana do aniversário da capital cearense.
Crônicas de Nádia (o adeus à Diana Tobri)
Raymundo Netto
“Bem, alguns me conhecem como Praça dos Mártires, a primeira praça de Fortaleza, com muito orgulho; outros me conhecem mais como Passeio Público, e como agora esse é o nome com maior destaque resolvi escolhê-lo para o Orkut. (...) Tenho muitas histórias pra contar e adoraria conversar, fazer novos amigos. Quem puder, venha me visitar pra conversar, encontrar os amigos, relaxar, namorar, trazer a família, fazer um piquenique, tirar um cochilo (tenho espreguiçadeiras a disposição de segunda a sexta), jogar xadrez, ler, enfim, as opções são muitas . Sejam todos muito bem-vindos!”
Com essa chamada, Nádia Brito, 22 anos, estudante de História da Universidade Estadual do Ceará, em conclusão de curso, abriu um perfil de Orkut autodenominando-se “Passeio Público”, e assim respondendo e interagindo com quem a adicionasse. E mais, oferecendo-se: “Precisando de fontes, livros, referências sobre mim, é só pedir e terei muito prazer em compartilhar”.
A conheci recentemente. Não mais que um ano. Ingressou em meu orkut “depois que soube de um livro”... Tão jovem, achei curiosa a sua paixão pela cidade (como se eu não soubesse...), seu interesse pela história, pela conservação e preservação do patrimônio. “Você vai sofrer muito ainda, Nádia”. “Ora, e eu não sei?” Ela era monitora da disciplina de Didática e Ação Educativa Patrimonial na Universidade, participava do projeto de requalificação do Passeio Público, ação da ONG Mediação dos Saberes, e estagiava no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Dizia estar lendo muito, colecionava fotos, artigos de jornais, queria saber mais e quanto mais lia, mais ficava fascinada por Fortaleza. “Para que tanta pressa, menina? Tenha calma. Eu já fui assim.” Ela queria ensinar História, mas faria Direito também, tinha muitos planos na área educacional e afirmava: “Vou me preparar o melhor que eu puder para realizar meus objetivos”.
Enquanto isso, participava de todo tipo de projeto que aparecesse em sua frente. Era dinâmica, engajada, criativa e, acima de tudo uma otimista romântica. Linda, era linda. Sabia de seu valor e garantia que o que mais chamava atenção nela era a sua alegria, alegria essa impressa constantemente em seu sorriso largo, gratuito, descrição unânime extraída das lembranças de seus amigos, colegas e professores inconformados com a forma besta com que um policial despreparado (cabo Francisco Carlos Barbosa Ribeiro, 50 anos, 26 de quadro), em meio às rotineiras brigas e apedrejamentos de ônibus da cidade por torcedores de futebol, arrancou-lhe toda esta vida, após um dia de aula, numa parada de ônibus do Itaperi, na semana passada (dia 15, dois dias depois do aniversário da cidade).
Como livrou o flagrante, dizem que a lei é justa, o cabo Ribeiro, que precisou de três tiros para calar de vez a Nádia, vai responder o processo em liberdade.
Quando ouvi a notícia pela televisão não pude deixar de olhar para as minhas filhas, ainda com nove anos, e arriscar imaginar a dimensão da dor dos pais neste momento. Sendo ela filha única, é incalculável. Mesmo assim, eles ainda tiveram força, determinação e doaram os órgãos da estudante (rins, fígado, córneas e coração) para que, pelo menos, seis pessoas possam carregar um pouco de sua vida adiante. Eles, felizardos.
Vi, também pela TV, a mulher que já recebeu, após interminável espera na fila de transplante — outra dura realidade —, o coração de Nádia. Ele continuará pulsando, resistindo, lutando.
Já a Nádia, a moça de história de final triste, final este que devemos tomar como nosso, espero que seja bem recebida “num outro lado”, tomara que exista algo assim, e que nesse lugar possa ver o mar, o céu, o sol, a lua, sentir o fresco vento no final de tarde, admirar réplicas de estátuas gregas e que por lá seja recebida por um imenso baobá, — ah, o baobá tem que haver —, e possa encontrar a paz, uma paz que ela não encontrou aqui, e que nós ansiamos de braços cruzados, pobre almas impassíveis e adormecidas, torcendo e fingindo que não é com a gente.
E é com muita tristeza que escrevo agora essas palavras de adeus à Nádia, ou Diana Tobri, personagem criada por ela (seu nome ao contrário), lamentando que a espetaculosa cidade de contrastes, desigualdade, impunidade e violência que ela descobria-se “fascinada” se encontre ainda tão despreparada e indigna para receber e garantir o futuro.
Reproduzo aqui a crônica de Raymundo Netto, sobre mais uma fatalidade gerada pela violência em Fortaleza, na semana do aniversário da capital cearense.
Crônicas de Nádia (o adeus à Diana Tobri)
Raymundo Netto
“Bem, alguns me conhecem como Praça dos Mártires, a primeira praça de Fortaleza, com muito orgulho; outros me conhecem mais como Passeio Público, e como agora esse é o nome com maior destaque resolvi escolhê-lo para o Orkut. (...) Tenho muitas histórias pra contar e adoraria conversar, fazer novos amigos. Quem puder, venha me visitar pra conversar, encontrar os amigos, relaxar, namorar, trazer a família, fazer um piquenique, tirar um cochilo (tenho espreguiçadeiras a disposição de segunda a sexta), jogar xadrez, ler, enfim, as opções são muitas . Sejam todos muito bem-vindos!”Com essa chamada, Nádia Brito, 22 anos, estudante de História da Universidade Estadual do Ceará, em conclusão de curso, abriu um perfil de Orkut autodenominando-se “Passeio Público”, e assim respondendo e interagindo com quem a adicionasse. E mais, oferecendo-se: “Precisando de fontes, livros, referências sobre mim, é só pedir e terei muito prazer em compartilhar”.
A conheci recentemente. Não mais que um ano. Ingressou em meu orkut “depois que soube de um livro”... Tão jovem, achei curiosa a sua paixão pela cidade (como se eu não soubesse...), seu interesse pela história, pela conservação e preservação do patrimônio. “Você vai sofrer muito ainda, Nádia”. “Ora, e eu não sei?” Ela era monitora da disciplina de Didática e Ação Educativa Patrimonial na Universidade, participava do projeto de requalificação do Passeio Público, ação da ONG Mediação dos Saberes, e estagiava no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Dizia estar lendo muito, colecionava fotos, artigos de jornais, queria saber mais e quanto mais lia, mais ficava fascinada por Fortaleza. “Para que tanta pressa, menina? Tenha calma. Eu já fui assim.” Ela queria ensinar História, mas faria Direito também, tinha muitos planos na área educacional e afirmava: “Vou me preparar o melhor que eu puder para realizar meus objetivos”.
Enquanto isso, participava de todo tipo de projeto que aparecesse em sua frente. Era dinâmica, engajada, criativa e, acima de tudo uma otimista romântica. Linda, era linda. Sabia de seu valor e garantia que o que mais chamava atenção nela era a sua alegria, alegria essa impressa constantemente em seu sorriso largo, gratuito, descrição unânime extraída das lembranças de seus amigos, colegas e professores inconformados com a forma besta com que um policial despreparado (cabo Francisco Carlos Barbosa Ribeiro, 50 anos, 26 de quadro), em meio às rotineiras brigas e apedrejamentos de ônibus da cidade por torcedores de futebol, arrancou-lhe toda esta vida, após um dia de aula, numa parada de ônibus do Itaperi, na semana passada (dia 15, dois dias depois do aniversário da cidade).
Como livrou o flagrante, dizem que a lei é justa, o cabo Ribeiro, que precisou de três tiros para calar de vez a Nádia, vai responder o processo em liberdade.
Quando ouvi a notícia pela televisão não pude deixar de olhar para as minhas filhas, ainda com nove anos, e arriscar imaginar a dimensão da dor dos pais neste momento. Sendo ela filha única, é incalculável. Mesmo assim, eles ainda tiveram força, determinação e doaram os órgãos da estudante (rins, fígado, córneas e coração) para que, pelo menos, seis pessoas possam carregar um pouco de sua vida adiante. Eles, felizardos.
Vi, também pela TV, a mulher que já recebeu, após interminável espera na fila de transplante — outra dura realidade —, o coração de Nádia. Ele continuará pulsando, resistindo, lutando.
Já a Nádia, a moça de história de final triste, final este que devemos tomar como nosso, espero que seja bem recebida “num outro lado”, tomara que exista algo assim, e que nesse lugar possa ver o mar, o céu, o sol, a lua, sentir o fresco vento no final de tarde, admirar réplicas de estátuas gregas e que por lá seja recebida por um imenso baobá, — ah, o baobá tem que haver —, e possa encontrar a paz, uma paz que ela não encontrou aqui, e que nós ansiamos de braços cruzados, pobre almas impassíveis e adormecidas, torcendo e fingindo que não é com a gente.
E é com muita tristeza que escrevo agora essas palavras de adeus à Nádia, ou Diana Tobri, personagem criada por ela (seu nome ao contrário), lamentando que a espetaculosa cidade de contrastes, desigualdade, impunidade e violência que ela descobria-se “fascinada” se encontre ainda tão despreparada e indigna para receber e garantir o futuro.
sábado, 4 de abril de 2009
No que deu o meme da página 161?
No dia 25 de outubro de 2007, recebi uma espécie de desafio em rede ou uma corrente de desafio de meu amigo-irmão Lira Neto. Tratava-se do "Meme da página 161". Naquela data escrevi:
"Sobre o desafio transcrevo aqui palavras de Lira: 'Recebo, de dois blogueiros amigos, Vássia Silveira e Maurício Lima (o Maurição), o mesmo desafio. Trata-se, vocês já devem ter visto por aí, do meme da página 161:
1. Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. Abrir na página 161;
3. Procurar a 5ª frase completa;
4. Postar essa frase em seu blog;
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6. Repassar para outros 5 blogs.
Pois bem. Passo a tarefa a outros cinco blogueiros:Kelsen Bravos, Natércia Pontes, Victor Gentilli, Socorro Acioli e Reinaldo Morais."
Ao ler tal desafio, estiquei o braço para mesa que fica aqui atrás do meu birô e toquei em dois livros (leio/releio mais de um livro por vez e os espalho pela casa, coincidiu de haver dois no mesmo lugar). E agora, o que faço? Resolvi registrar os dois. Façam sua escolha:
Um era Corações sujos de Fernando Morais, livro reportagem que trata da Liga do Caminho dos Súditos, em japonês, Shidô Remmei. Uma associação de imigrantes nipônicos formada em 1944 para preservar sua cultura e identidade, ameaçada pela segunda guerra mudial. Com a rendição do Japão, seus líderes radicalizaram e promoveram o "silenciamento" de quem afirmava a derrota dos súditos de Hiroíto. O outro é Baudolino de Umberto Eco, cuja história - que a exemplo de O Nome da Rosa se passa na idade média - retrata o relato ao historiador Niceta Coniate da saga picaresca do menino que conquista o apreço de Barba Ruiva, e o acompanha em suas viagens.
A frase (definir período seria mais apropriado) do primeiro livro é:
'Nas duas ou três semanas seguintes o grupo ouviu de novo as instruções para quando estivesse em ação, que eram repetidas ou pelo mesmo Ogazawara, da Tinturaria Oriente, ou por Sunao Shinyashiki.'
O período do segundo livro é:
'É pura maldade, e nada mais.'
Cumpri minha parte, o desafio agora segue para os blogueiros Daniel Diaz, Régis Freitas, Washington Forte, Natany Ribeiro (e a turma do Loquaz) e Pablo Uchoa. 25/10/07 de Kelsen Bravos."
E agora, quero saber no que deu ou está dando esse tal desafio.
"Sobre o desafio transcrevo aqui palavras de Lira: 'Recebo, de dois blogueiros amigos, Vássia Silveira e Maurício Lima (o Maurição), o mesmo desafio. Trata-se, vocês já devem ter visto por aí, do meme da página 161:
1. Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. Abrir na página 161;
3. Procurar a 5ª frase completa;
4. Postar essa frase em seu blog;
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6. Repassar para outros 5 blogs.
Pois bem. Passo a tarefa a outros cinco blogueiros:Kelsen Bravos, Natércia Pontes, Victor Gentilli, Socorro Acioli e Reinaldo Morais."
Ao ler tal desafio, estiquei o braço para mesa que fica aqui atrás do meu birô e toquei em dois livros (leio/releio mais de um livro por vez e os espalho pela casa, coincidiu de haver dois no mesmo lugar). E agora, o que faço? Resolvi registrar os dois. Façam sua escolha:
Um era Corações sujos de Fernando Morais, livro reportagem que trata da Liga do Caminho dos Súditos, em japonês, Shidô Remmei. Uma associação de imigrantes nipônicos formada em 1944 para preservar sua cultura e identidade, ameaçada pela segunda guerra mudial. Com a rendição do Japão, seus líderes radicalizaram e promoveram o "silenciamento" de quem afirmava a derrota dos súditos de Hiroíto. O outro é Baudolino de Umberto Eco, cuja história - que a exemplo de O Nome da Rosa se passa na idade média - retrata o relato ao historiador Niceta Coniate da saga picaresca do menino que conquista o apreço de Barba Ruiva, e o acompanha em suas viagens.
A frase (definir período seria mais apropriado) do primeiro livro é:
'Nas duas ou três semanas seguintes o grupo ouviu de novo as instruções para quando estivesse em ação, que eram repetidas ou pelo mesmo Ogazawara, da Tinturaria Oriente, ou por Sunao Shinyashiki.'
O período do segundo livro é:
'É pura maldade, e nada mais.'
Cumpri minha parte, o desafio agora segue para os blogueiros Daniel Diaz, Régis Freitas, Washington Forte, Natany Ribeiro (e a turma do Loquaz) e Pablo Uchoa. 25/10/07 de Kelsen Bravos."
E agora, quero saber no que deu ou está dando esse tal desafio.
segunda-feira, 30 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Nota de Falecimento

Porque tu, Flor de Candura, há muito vinhas desfalecendo, os corações humanos endureceram. Gestos simples como um sorriso tornaram-se raros. Atitudes como ceder a vez ao próximo tornaram-se ridículas; não buzinar perto de hospitais, um fóssil.
Cultivar uma flor e esperar brotar um botão, esplender as pétalas, recender o perfume, só para depois presenteá-la com gesto gratuito a quem se queda num semblante triste, sem ti, minha Brandura, tudo isso é saudade.
Resta nas pessoas um vazio existencial, um intenso inconformismo com o qual, sem ti, Afago de Avô e Avó, se associam rudezas, atitudes simiescas (que me perdoem os símios por esta símile).
Sem ti, Olhar de Criança, as guerras imperam, a arte do encontro, como diz Vinícius de Moraes, perde para os desencontros da vida, a amizade faliu. Não mais nos surpreendemos, a indignação e a curiosidade se esvaneceram.
Sem ti, Acalento Materno, o calor ficou gélido, a solidão empederniu o afago e se quebraram os translúcidos cristais da conciliação.
Sem ti, Abraço Paterno, o medo afasta as pessoas umas das outras, irmão desacata irmão, impera a lei do mais forte, em detrimento da solução pela inteligência. O diálogo se extinguiu.
Sem ti, Emoção de Namoro, o brilho nos olhares marejam de desamparo e não se fazem mais serenatas. A poesia se esvaiu pela rudeza dos números dos lucros a qualquer custo. As relações viraram negócio.
Sem ti, Amor, amar o próximo como a si mesmo é só uma lei religiosa e não a prática de não deixar morrer o semelhante, nem em vida nem em memória. Com tua ausência, passamos sem solidariedade por quem agoniza pelas calçadas.
Ó Senhora Dona Gentileza, volta a mostrar teu rosto, teu sorriso, sai dessa catalepsia que nos esfuma o brilho vital.
Anda, alevanta daí!
Não por vontade minha, mas pelo afã de todos, pois um só é pouco para sentimento tão coletivo, alevanta, Delicadeza!
Estás morta! Ó Gentileza, tu estás morta!
- Anda, amigo, anda, amiga, me dá a mão. Vamos acordar em nós a solidariedade aos órfãos de quem morreu de indignação, que sua morte não seja em vão. Por sua ausência, a partir de hoje, e sempre, com esto brutal expressaremos a fúria. Contra quem nos alui, seremos acres!
domingo, 22 de março de 2009
Leitura para crianças

Os livros de literatura infantil da Casa do Conto, escritos em prosa ou em verso, semeam a identidade e a cultura brasileiras abordando costumes, lendas, mitos, brincadeiras, cenários e expressões regionais de forma universal, e manifestam temas como solidariedade, respeito à vida humana e à natureza. Em linguagem adequada às crianças, ao estimular o prazer de ler e brincar, desafia a descobertas e entendimento do mundo.
Para ver mais clique aqui
terça-feira, 17 de março de 2009
Dois Pontos: Literatura

Tive o prazer de recepcionar a equipe de acadêmicos e profissionais do curso de Comunicação da UNIFOR, orientada pelo professor e escritor Felipe Barroso. Eles vieram gravar o programa Dois Pontos que sempre reúne dois escritores num bate-papo descontraído. Ao meu lado está Túlio Monteiro. A gravação foi num cantinho de minha casa batizado Largo da Boemia, onde costumo me confraternizar com os amigos.
Para assistir clique aqui
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Túlio Monteiro,
TV Unifor
Maratona de histórias da Casa do Conto

Maratona de Contos
Fortaleza, Saboeiro, Catarina, Canindé, Crato, Sobral, Tamboril – CE
Casa do Conto
Fortaleza: dia 28, sábado, 14h
No Centro Cultural Banco do Nordeste
Rua Floriano Peixoto, 941, Centro.
GRATUITO
Em 2009, o Projeto Casa do Conto está fazendo sete anos de atividades. Para comemorar a data com os amantes da arte de contar e ouvir histórias, a Casa do Conto realizará uma maratona com grupos de contadores de histórias de sete cidades cearenses que participam do projeto. 240min. Na foto o Grupo de Contadores de Histórias de Tamboril.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Feira da Lagoa da Parangaba
Referência cultural das mais ricas, a feira da Parangaba preserva um costume ancestral, o comércio ao ar livre. A TV Unifor, que tem um excelente acervo produzido pelos acadêmicos de Comunicação sob orientação de seus excelentes professores, fez uma simpática reportagem sobre ela. Clique no título "Feira dos Pássaros".

Feira dos Pássaros
Tem gente que não deixa de ir um domingo sequer. Cresceu sendo levado pelo pai à feira, hoje leva o filho e promete levar o neto. A intenção de algumas dessas pessoas é aprender na prática as regras do comércio. Há negócio de tudo quanto é jeito. Chegam com no máximo dez reais e saem com cem. Não importa o valor, o importante é fazer negócio e sair lucrando. Pode ser uma relação de compra envolvendo dinheiro ou escambo de mercadoria, enfim toda sobre de transação comercial. Vale tudo que é argumento, grito, palavrão, cara feia, enfim é um regateio, uma negociação no mais puro estilo árabe.

Feira dos Pássaros
Tem gente que não deixa de ir um domingo sequer. Cresceu sendo levado pelo pai à feira, hoje leva o filho e promete levar o neto. A intenção de algumas dessas pessoas é aprender na prática as regras do comércio. Há negócio de tudo quanto é jeito. Chegam com no máximo dez reais e saem com cem. Não importa o valor, o importante é fazer negócio e sair lucrando. Pode ser uma relação de compra envolvendo dinheiro ou escambo de mercadoria, enfim toda sobre de transação comercial. Vale tudo que é argumento, grito, palavrão, cara feia, enfim é um regateio, uma negociação no mais puro estilo árabe.
segunda-feira, 9 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Turismo sexual x Cluster de entretenimento
Os apelos do turismo sexual no Brasil encontram raízes históricas. A doentia civilização européia (que com o passar dos séculos só piorou), plena de taras sociais, inclusive o (falso) moralismo exacerbado, viu no “Novo Mundo” um “paraíso” para suas perversões (sociais, econômicas e carnais).
A tal civilização interpretou como uma afirmação libertina a frase portuguesa "não existe pecado do lado de baixo do Equador”, registrada a primeira vez por aqui pelo historiador da Companhia das Índias Ocidentais Gaspar Barleurs, autor de História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil.
Para mudar essa realidade precisa-se mais do que leis proibitivas. Fazer cumprir a lei e punir exemplarmente já seria um bom começo. Mas é pouco. Deve-se investir na geração de emprego e renda das pessoas locais. Proporcionar a oportunidade de elas serem gestoras do turismo, em vez de considerá-las entraves aos projetos da elite capitalista e de seus sócios internacionais, ou, pior ainda, em vez de utilizá-las como objetos de consumo, “vendendo-as” como parte do pacote turístico. Existem apelos inescrupulosos que envolvem até adolescentes e, pasmem, crianças.
Em outubro de 2005, o Rio de Janeiro foi palco do Fórum Mundial do Turismo, que discutiu, entre outros temas, a “Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”. Dados da CPI da exploração sexual infantil, propalados na ocasião, já constatam esse fato em outras regiões brasileiras. O Nordeste, por exemplo, está sendo o destino mais freqüente do prostiturismo. Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco estão entre os principais roteiros. A apresentação desse diagnóstico só demonstra a vontade brasileira de combater quadro tão desolador.
Talvez por conta disso, o Brasil não esteja mais só nessa luta. Quase toda a América do Sul, (Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname). Ao todo doze países firmaram compromisso de parceria na luta contra esse crime. Investem na prevenção como arma de combate ao turismo sexual e contra a prostituição infantil.
A luta, entretanto, se anuncia árdua, pois enfrenta todo um conglomerado lastreado em negócio vendido como “paraíso dos prazeres proibidos ao sul da linha do equador”, que gera muita riqueza aos investidores e miséria social ao local explorado. As empresas já andam até se mimetizando em algo saudável autodenominando a associação de suas ações mercantis de cluster de entretenimento, que, se levado a sério, não deixa de ser um conceito interessante; mas o problema é que quem está no comando são sempre os mesmos.
Um cluster de entretenimento consiste na integração de vários segmentos de lazer e cultura, música, esporte, gastronomia, por exemplo, à área de turismo. Requer parceria entre o setor público e o privado. Ambos cumprem papéis que devem ser bem-definidos. Uma das exigências, porém, é contar com empresas de competitividade e padrão internacionais. Este fato exclui a maioria das empresas nacionais, pois competitividade num mundo globalizado significa padrões internacionais. Sem regras claras que garantam vantagens sociais aos nativos, os paraísos podem acabar como está hoje o Rio de Janeiro, numa Guerra Civil, ou como Paris que atualmente sofre uma revolta dos excluídos.
Nesse novo tipo de organização de mercado, o papel do Estado é: definir as regras econômicas que garantam a estabilidade necessária aos investidores, e fiscalizar as ações dos investimentos quanto às garantias sociais do projeto, à valorização do nativo. Sempre a primeira parte é atendida em detrimento da segunda.
O Ceará é um exemplo eloqüente disso. Há alguns anos o Estado vem preparando infra-estrutura necessária aos investidores. Construiu excelentes autovias de ponta a ponta de seu extenso litoral. Mas os projetos sociais associados a essas vias turísticas para os cearenses dessa imensa orla, entretanto, quase inexistem. Os nativos de fato estão sendo é tangidos pelos “resorts”, cujos donos sequer falam bem o português; mas dominam o francês, o inglês, o espanhol e, sobretudo, o italiano.
Mais do que de acesso a pontos turísticos essas estradas, deveriam ser vias de ascensão social para os nativos. Mas o que ocorre é a descaracterização da fonte de renda tradicional e geram o subemprego que lhes é oferecido. Em vez de trabalhadores (de serviços gerais à gerência) ou donos do negócio os nativos, os donos do lugar, são transformados em serviçais, seja na cozinha, nos jardim ou nos serviços gerais. Alega-se, e com certa razão, que a maioria não tem formação especializada sequer para ser trabalhador, daí, serviçais. E o estado não apresenta política de educação para este fim.
Daí a pergunta: que projetos sociais beneficiam os nativos? Sem isso acaba restando-lhes a opção pelo fim da dignidade, pois como diria Zé Dantas, cantado por Luiz Gonzaga, "dar esmola a um homem que é são/ ou lhe mata de vergonha/ ou vicia o cidadão". Sem perspectivas os donos da terra vão vendendo as terrinhas e sendo tangidos para o sertão. Em pouco tempo o dinheiro se esvai. Daí voltam, sem eira nem beira, para o local de origem.
A cultura consumista do Mercado tangirino encanta os jovens e as jovens, que sonham com o fantástico mundo do estrangeiro. As meninas sonham em casamento com os “príncipes ” visitantes. Nada contra esse encatamento teríamos, se a maioria dos que aqui viessem fossem pessoas decentes. Infelizmente, os que aqui chegam vêm atraídos pela indecente promessa do sexo fácil e da interpretação de que ao sul do equador não existe pecado. E essa interpretação é motivada pela “promessa” das bundas estampadas nos postais.
Quem de fato faz tal promessa?! A quem ela interessa? Bem que poderia ser essa a polêmica do tema, a ser estimulada pelas televisões e pelas rádios brasileiras, maiores veículos de comunicação no país. Mas seria perigoso tocar no assunto de forma tão séria, pois estaria mexendo com uma gama de interesses e negócios de “clusters de entretenimento”.
Ora, pois, o turismo sexual e a prostituição infantil são produtos de um perverso “cluster de entretenimento” que se alastra em todos os países da América do Sul. O pior é que em cidades como Fortaleza, por exemplo, além do sexo e “rock’-n’-roll”, cada vez mais apartamentos com vidros à prova de bala e portas blindadas estão sendo vendidos aos ragazzi, “tutti buona gente” do mundo inteiro. Para que tanta proteção, de que e quem eles se defendem? O que estão querendo esconder?
E enquanto isso, vemos – por enquanto só vemos – as meninas e os meninos pôr as mãos nos joelhos, dar uma agachadinha e balançarem as bundinhas. Chega disso. Uma política séria de segurança (e saúde) pública deve ser urgentemente imposta ao setor de turismo e seus atores. Só há uma arte que supera a de bem receber, a de ser bem-vindo. O desrespeito à primeira é problema nosso. E para quem desrespeitar a segunda, que lhe seja, no mínimo, mostrada a porta de saída como serventia da casa.
A tal civilização interpretou como uma afirmação libertina a frase portuguesa "não existe pecado do lado de baixo do Equador”, registrada a primeira vez por aqui pelo historiador da Companhia das Índias Ocidentais Gaspar Barleurs, autor de História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil.
Para mudar essa realidade precisa-se mais do que leis proibitivas. Fazer cumprir a lei e punir exemplarmente já seria um bom começo. Mas é pouco. Deve-se investir na geração de emprego e renda das pessoas locais. Proporcionar a oportunidade de elas serem gestoras do turismo, em vez de considerá-las entraves aos projetos da elite capitalista e de seus sócios internacionais, ou, pior ainda, em vez de utilizá-las como objetos de consumo, “vendendo-as” como parte do pacote turístico. Existem apelos inescrupulosos que envolvem até adolescentes e, pasmem, crianças.
Em outubro de 2005, o Rio de Janeiro foi palco do Fórum Mundial do Turismo, que discutiu, entre outros temas, a “Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”. Dados da CPI da exploração sexual infantil, propalados na ocasião, já constatam esse fato em outras regiões brasileiras. O Nordeste, por exemplo, está sendo o destino mais freqüente do prostiturismo. Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco estão entre os principais roteiros. A apresentação desse diagnóstico só demonstra a vontade brasileira de combater quadro tão desolador.
Talvez por conta disso, o Brasil não esteja mais só nessa luta. Quase toda a América do Sul, (Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname). Ao todo doze países firmaram compromisso de parceria na luta contra esse crime. Investem na prevenção como arma de combate ao turismo sexual e contra a prostituição infantil.
A luta, entretanto, se anuncia árdua, pois enfrenta todo um conglomerado lastreado em negócio vendido como “paraíso dos prazeres proibidos ao sul da linha do equador”, que gera muita riqueza aos investidores e miséria social ao local explorado. As empresas já andam até se mimetizando em algo saudável autodenominando a associação de suas ações mercantis de cluster de entretenimento, que, se levado a sério, não deixa de ser um conceito interessante; mas o problema é que quem está no comando são sempre os mesmos.
Um cluster de entretenimento consiste na integração de vários segmentos de lazer e cultura, música, esporte, gastronomia, por exemplo, à área de turismo. Requer parceria entre o setor público e o privado. Ambos cumprem papéis que devem ser bem-definidos. Uma das exigências, porém, é contar com empresas de competitividade e padrão internacionais. Este fato exclui a maioria das empresas nacionais, pois competitividade num mundo globalizado significa padrões internacionais. Sem regras claras que garantam vantagens sociais aos nativos, os paraísos podem acabar como está hoje o Rio de Janeiro, numa Guerra Civil, ou como Paris que atualmente sofre uma revolta dos excluídos.
Nesse novo tipo de organização de mercado, o papel do Estado é: definir as regras econômicas que garantam a estabilidade necessária aos investidores, e fiscalizar as ações dos investimentos quanto às garantias sociais do projeto, à valorização do nativo. Sempre a primeira parte é atendida em detrimento da segunda.
O Ceará é um exemplo eloqüente disso. Há alguns anos o Estado vem preparando infra-estrutura necessária aos investidores. Construiu excelentes autovias de ponta a ponta de seu extenso litoral. Mas os projetos sociais associados a essas vias turísticas para os cearenses dessa imensa orla, entretanto, quase inexistem. Os nativos de fato estão sendo é tangidos pelos “resorts”, cujos donos sequer falam bem o português; mas dominam o francês, o inglês, o espanhol e, sobretudo, o italiano.
Mais do que de acesso a pontos turísticos essas estradas, deveriam ser vias de ascensão social para os nativos. Mas o que ocorre é a descaracterização da fonte de renda tradicional e geram o subemprego que lhes é oferecido. Em vez de trabalhadores (de serviços gerais à gerência) ou donos do negócio os nativos, os donos do lugar, são transformados em serviçais, seja na cozinha, nos jardim ou nos serviços gerais. Alega-se, e com certa razão, que a maioria não tem formação especializada sequer para ser trabalhador, daí, serviçais. E o estado não apresenta política de educação para este fim.
Daí a pergunta: que projetos sociais beneficiam os nativos? Sem isso acaba restando-lhes a opção pelo fim da dignidade, pois como diria Zé Dantas, cantado por Luiz Gonzaga, "dar esmola a um homem que é são/ ou lhe mata de vergonha/ ou vicia o cidadão". Sem perspectivas os donos da terra vão vendendo as terrinhas e sendo tangidos para o sertão. Em pouco tempo o dinheiro se esvai. Daí voltam, sem eira nem beira, para o local de origem.
A cultura consumista do Mercado tangirino encanta os jovens e as jovens, que sonham com o fantástico mundo do estrangeiro. As meninas sonham em casamento com os “príncipes ” visitantes. Nada contra esse encatamento teríamos, se a maioria dos que aqui viessem fossem pessoas decentes. Infelizmente, os que aqui chegam vêm atraídos pela indecente promessa do sexo fácil e da interpretação de que ao sul do equador não existe pecado. E essa interpretação é motivada pela “promessa” das bundas estampadas nos postais.
Quem de fato faz tal promessa?! A quem ela interessa? Bem que poderia ser essa a polêmica do tema, a ser estimulada pelas televisões e pelas rádios brasileiras, maiores veículos de comunicação no país. Mas seria perigoso tocar no assunto de forma tão séria, pois estaria mexendo com uma gama de interesses e negócios de “clusters de entretenimento”.
Ora, pois, o turismo sexual e a prostituição infantil são produtos de um perverso “cluster de entretenimento” que se alastra em todos os países da América do Sul. O pior é que em cidades como Fortaleza, por exemplo, além do sexo e “rock’-n’-roll”, cada vez mais apartamentos com vidros à prova de bala e portas blindadas estão sendo vendidos aos ragazzi, “tutti buona gente” do mundo inteiro. Para que tanta proteção, de que e quem eles se defendem? O que estão querendo esconder?
E enquanto isso, vemos – por enquanto só vemos – as meninas e os meninos pôr as mãos nos joelhos, dar uma agachadinha e balançarem as bundinhas. Chega disso. Uma política séria de segurança (e saúde) pública deve ser urgentemente imposta ao setor de turismo e seus atores. Só há uma arte que supera a de bem receber, a de ser bem-vindo. O desrespeito à primeira é problema nosso. E para quem desrespeitar a segunda, que lhe seja, no mínimo, mostrada a porta de saída como serventia da casa.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O silogismo de Mentor Muniz Neto
..."A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em
Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
...
"Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce? Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
...
"Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia."
Confira o texto na íntegra em NãoContepraMamãe.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O mito fundador da estrela cadente

A estrela cadente e as areias escuras que espelham o céu no litoral cearense se unem em uma história de amor e determinação. Uma linda fábula que cria o mito fundador de dois dos mais belos espetáculos da natureza.
Kelsen Bravos com ilustrações de Daniel Diaz.
____________________________________________
ISBN:978-85-98683-04-1
TÍTULO: O GRÃO E A ESTRELA CADENTE
AUTOR: KELSEN BRAVOS
ILUSTRADOR: DANIEL DIAZ
EDIÇÃO: 1
ANO DE EDIÇÃO: 2007
LOCAL DE EDIÇÃO: FORTALEZA
TIPO DE SUPORTE: PAPEL
PÁGINAS: 40
EDITORA: CASA DO CONTO
Edições Casa do Conto

Amor menino - O universo infantil cotidiano pleno de brincadeiras e amor. A sensível poesia de Francélio Figueredo ilustrada por desenhos e colagens de Nathália Forte, uma comunhão que esplende delicadeza e afetividade.
Francélio Figueredo, poeta e compositor.
Nathália Forte – ilustradora, design, cantora e professora de teatro.
Edições Casa do Conto
ISBN: 978-85-98683-09-6
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Praga do resenhismo, por Ruy Vasconcelos
O que nos falta no momento é exatamente precisão no uso das palavras, no jogo dos conceitos. Ou quem sabe o zelo por um português menos impreciso. Ou ainda um conhecimento de causa das formas fixas, rimas, ritmos, tropos. Matéria de poesia que vem antes do que o que se convencionou alardear como vanguarda. É como querer escrever um samba em feitio de vanguarda desconhecendo Noel, Assis Valente, Cartola, Nelson Cavaquinho, Ataulfo, Caymmi, Lupicínio. Como assim? Como escrever um samba sem saber de suas síncopes ou da malemolência dos bambas. (Leia mais em Afetivagem)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
A novidade em forma de tubarão-baleia

Em Fortaleza, pescadores arrastaram até a praia do Mucuripe, um espécime em extinção. Um Deus em forma de peixe, um tubarão-baleia; adulto, fica gigante, chega a medir 15 metros. Alimenta-se basicamente de plâncton. Impressionante como todos os não-carnívoros são enormes, seja da água ou da terra, baleia jubarte, hipopótamo, elefante, peixe-boi, o tubarão-baleia. Seres pacíficos, serenos, parecem chegados a um estágio predivino (se não já divino) da evolução das espécies.
Pois um deus desses foi arrastado por jangadeiros até a praia, chegou vivo. Em vez de reverências, falou mais alto a gana do lucro; bem mais alto do que a fome. Foi comprado por R$700,00, um filhote de oito metros, retalhado, e posto à venda por R$ 12,00 o quilo. Restam 585 quilos da carne desse Deus.
O Ibama apreendeu seus restos mortais, talvez multe o mercador e os pescadores do peixe grande (que feito!). É proibida a pesca do tubarão-baleia, porque está em extinção. Antes se podia matar os deuses sem culpa...
Verdade seja dita: não foram os jangadeiros os responsáveis pelo processo de extinção do peixe. Eles, porém, não deveriam ignorar Deus.
O corpo do Deus agora está fatiado em postas. A carne, o Ibama não tem onde conservar, tem logo de doar a instituições de caridade. Seu corpo agora são hóstias, há de alimentar a quem tem fome, enfim...
Leia mais...
Tubarão é capturado a 40km da costa
Filhote de tubarão-baleia de 4,5 m é pescado no CE
Ibama apreende carne de tubarão-baleia pescado no Mucuripe
Entrevista
Fui entrevistado por Mateus, integrante da Orquestra Nordestina do Instituto Grupo Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano (IGPADH) de Fortaleza. Conhecemo-nos quando eu coordenava e tutorava o programa Nossa Língua Digit@l/Comunicação, Expressão e Internet, na Casa Terra do Sol, sede dos programas do IGPADH. Era tão bom que vivíamos num clima de família, todos os cursos se integravam. O Mateus tornou-se habitué do NLD/CEI e nós não saíamos da sala da orquestra. Os ceilistas, como chamávamos os integrantes do curso que eu tutorava, faziam a cobertura "jornalística" da orquestra. Num clima de festa aprendíamos muito a colocar nosso conhecimento em favor da comunidade. Muitos participantes estão hoje em faculdades como monitores, assumindo a liderança em suas áreas, sobretudo na de comunicação. De repente, alegando ter muito gasto e pouco retorno de imagem, a cúpula do Grupo Pão de Açúcar resolveu dar fim à Casa Terra do Sol e a todas as Casas que mantinham no resto do país, deixou muitas famílias, cerca de seis mil por ano, sem o benefício social da educação comunitária. Só remanesceu dessa decisão a Orquestra Nordestina, ela dá mais visibilidade ao Grupo, os demais programas só beneficiavam a população.
Depois desse longo pretexto, eis a entrevista feita por Mateus a mim, para cumprir determinação de sua professora de literatura. Quem articulou a entrevista foi Iane Lara, que aparece na foto segurando Luísa, minha filha, depois de uma apresentação da Orquestra Nordestina no Extra-Lagoa, em Fortaleza.
Mateus: Que gênero você escreve?
Kelsen: Escrevo crônicas em blogs como o Evoé. São textos para um público bem heterogêneo. Escrevo também contos, lendas, fábulas, prosa poética e crônicas em livros para crianças.
Mateus: Como começou a escrever e por que acabou indo para esse gênero?
Kelsen: Antes de começar a escrever eu li muito, e continuo lendo bastante. Comecei escrevendo poesia. Gênero mais difícil, pois, em um poema, cada palavra deve ser uma constelação semântica. A experiência de fazer poesia, a exigência da expressão da palavra, esse trabalho na busca de harmonizar forma e conteúdo me foi importante na apuração do estilo. Acabei por preferir a poesia como um gênero só de leitura, pois sua escrita exige superconcisão. Eu gosto mesmo é de me espreguiçar na expressão ao escrever, mas não muito. Daí optar pela prosa, notadamente, a crônica e o conto. A crônica porque me obriga ao olhar cotidiano, adoro ver gente e o que a gente faz, a conformação ou a bagunça dos cenários, ver o inusitado no comum (isso é um olhar poético). O conto porque exige concisão também, não tanto quanto a poesia; trato-o, porém, como um "gênero poético" no apuro da expressão (quando consigo, faço prosa poética). Escrever prosa para criança é uma prática poética e exige mais do que a qualquer outro leitor extrema preocupação com a recepção, ou seja, o autor de textos para crianças tem de pensar nas crianças como leitoras, colocar-se no lugar delas (fazer um exercício de alteridade: colocar-se no lugar do outro). Quem escreve para outros públicos não se preocupa tanto com isso, principalmente o poeta, um egocêntrico por excelência. Então, por ser mais altruísta do que egoísta (egocêntrico), acabei optando pelo gênero que pratico.
Mateus: Há quanto tempo escreve?
Kelsen: Se for considerar desde os primeiros ensaios, escrevo há, pelo menos, uns 35 anos.
Mateus: Quantos e quais os livros que já escreveu?
Kelsen: Além de escrever livros, sou editor, e antes de ser editor fui revisor. Fiz preparação de originais e revisões de originais, de prova, heliográficas de muitos livros, mais de duas centenas. Publiquei de minha autoria muito pouco. O primeiro livro foi para crianças: Batatão – a lenda da lagoa do Tapuio. Respectivamente vieram a público: Palavras ao Vento, Ventos da esperança, Toquetelecoteco da Vovó, O Grão e a Estrela Cadente, A Família Pintassilgo e estão sendo finalizados Soldadinho-do-Araripe, Pai-Herói de Verdade, A luz do Exemplo, Guardiões da Natureza.
Mateus: Como é a vida de um escritor do seu gênero (se tem espaço, se tem prestígio...)?
Kelsen: A vida de escritor é muito interativa com seu público. Damos entrevistas, participamos de debates, de conversas com leitores. O espaço para a literatura infantil tem muito a crescer. Prestígio? "Palmas para que te quero?..." (escreveu Dina Sfatt). Bom mesmo é o carinho do público, o brilho no olhar das crianças, o sorriso franco delas. Tudo é conseqüência de muito trabalho. A pensar em prestígio prefiro focar-me no trabalho. O prestígio é filho do sucesso, que é fruto do trabalho, muito trabalho.
Mateus: O que tem a dizer sobre o interesse que as pessoas têm por leitura hoje?
Kelsen: As pessoas adoram ler. Muitas precisam apenas de um breve estímulo. Falo isso com a propriedade de quem trabalha muito pela leitura como forma de inclusão social na Casa do Conto. Nela respondo pelas capacitações de formadores e multiplicadores de contadores de histórias e da leitura, pelas Edições Casa do Conto, editora especializada em literatura para crianças, e pela Cultura Digital, todas as ações voltadas para o estímulo à leitura e produção de textos. A Casa do Conto atende por ano cerca de 50 mil pessoas, por meio de seis núcleos em Fortaleza e sete no interior.
Mateus: O que tem a dizer sobre a bienal do livro?
Kelsen: A Bienal Internacional do Livro do Ceará é um patrimônio cultural do povo cearense. Está na sua 8ª edição. Um evento que promove o livro e a leitura de forma democrática. Devemos todos prestigiá-la como uma das maiores conquistas da cidadania brasileira.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A poesia de Fabiana Guimarães
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Serelepe e Bem-Me-Quer
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
"Civilização" europeia, versão filhos de Hércules

O brasileiro Guinga foi roubado e ao fazer queixas, foi surrado na Espanha. Eita que civilizaçãozinha cretina.
"O SindMusi, filiado à Federação Internacional dos Músicos, enviou o protesto abaixo para os principais meios de comunicação e solicitará que o mesmo seja reproduzido na Espanha pelo co-irmão SPME Sindicato Profesional de Musicos Españoles , também filiado à Federação Internacional.
João Bani - Diretor Social
Manifesto de Desagravo - Guinga
Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 2009.
O Sindicato dos Músicos Profissionais do Rio de Janeiro-SindMusi, vem protestar contra o inaceitável tratamento dado por funcionários da alfândega do Aeroporto de Barajas, em Madrid, Espanha, ao músico brasileiro Carlos Althier de Souza Lemos Escobar, o violonista e compositor GUINGA, que foi vítima de agressão física e moral por parte da polícia local, pelo simples motivo de ter solicitado auxílio na elucidação de um furto do qual fora vítima. Guinga teve seus documentos e casaco subtraídos na esteira de raio X do aeroporto, e seu pedido de providências a policiais espanhóis resultou numa agressão que lhe causou a perda de dois dentes e um abismo moral de indignação que feriu covardemente um músico maravilhoso, um profissional exemplar e querido do público e dos seus companheiros.
Os músicos brasileiros exigem tratamento digno das autoridades espanholas, em reciprocidade àquele recebido pelos nossos colegas espanhóis no Brasil. O SindMusi solicita às autoridades diplomáticas do Brasil que estejam atentas e tomem providências contra esse tipo de abuso contra brasileiros, músicos ou não, ao mesmo tempo em que está encaminhando seu protesto ao Governo Espanhol através do Sindicato dos Músicos da Espanha, via Federação Internacional de Músicos.
Déborah Cheyne
Presidente
Poesia da mais fina estampa

Esse poema carrega poesia, coisa mais rara de se ver. Seu autor é Nirton Venâncio, cearense radicado em Brasília.
Armadura
Meu corpo é a única coisa que tenho
que é nada
e como suicida
luto contra moinhos, tempestades e solidão
que é tudo.
Escondo-me nesta armadura de ossos,
carne
e vestimentas
e espio a vastidão do mundo pelos buracos dos olhos
como quem espia lugares estranhos
infinitos
perigosos.
Meu corpo é a única coisa que tenho
para carregar o pretexto da alma.
É magro, feio e escandaloso
o corpo
mas é única coisa que tenho
para caminhar pelo tempo e pelos sertões.
Garantia não tenho
se o meu corpo é forte e frágil ao mesmo instante
se sujeito-me ao abismo
ao chão
à poeira
se estou marcado para me tornar saudade
lembrança
e fotografias
e me história não terá mais
um cavalo para montar
e serei uma estátua invisível no espaço.
Garantia não tenho
de nada
nada
não levarei escondido no bolso
nenhuma semente
nenhum suspiro
nenhum gesto
pois tudo é podre
condenável
consumível.
Só é garantido o mais difícil:
a miragem na imensidão
o que se supõe ao longe
o completo mistério
para se chegar até lá
não se sabe com que corpo
não se sabe com que asas
não se sabe.
(do livro “Poesia provisória”)
Para ler mais clique em Nirton Venâncio.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Paz em Gaza!

Bandeira mais adequada não há.
Costumo comparar o Antigo Império Romano (uma "civilização" genocida) aos EUA/Inglaterra (mais genocidas ainda).
Ao buscar atualizar o contexto restante:
1. quanto a Israel, Sharon e substitutos seriam Caifaz e seu conselho;
2. Barrabás equivalente seria a Bin Laden ou ao movimento Hamas.
3. Judas seria Sadam...
4. mas quem seria o Cristo, senão os inocentes palestinos e (por que não) os inocentes judeus?
sábado, 17 de janeiro de 2009
"Senador italiano pede boicote turístico ao Brasil". Por favor, boicotem-nos!

Foi noticiado no país que o "vice-presidente da Comissão das Relações Exteriores do Senado da Itália, Sergio Divina, defendeu boicote turístico ao Brasil, em repúdio à decisão do governo brasileiro de conceder status de refugiado político ao italiano Cesare Battisti, condenado por terrorismo. 'Quando forem fazer viagem ao exterior, não levem em consideração o Brasil, país que nós italianos demos tanto, e tivemos como resposta esse afronto', afirmou Divina, pedindo aos italianos para 'pensarem nos protestos feito por pessoas honestas'."
Por mim espero que essa corja italiana atenda o pedido do ilustre conservador. Aqui em Fortaleza eles são o que de mais nojento e abjeto se pode imaginar de uma intenção turística. Procuram a prostituição, pedofilia e o tráfico de drogas. A chegada desses pulhas coincidiu com a política de internacionalização do turismo no Ceará implementada pelo governo do PSDB (Tasso Jereissati), que pregava o Ceará turístico associado a "Sol, Suor e Sexo". Que atendam ao "ilustre" Sergio Divina. NÃO VENHAM AO BRASIL! E para os que estão: XÔ! Filhos da Loba!
Que fique só o Cesare Bastisti, talvez o único italiano decente no Brasil.
Próximos lançamentos

Fábula urbana sobre a relação cidade e natureza.
Kelsen Bravos com ilustração de Guilherme Ramos.
Edições Casa do Conto

Fábula sobre o mito fundador da estrela cadente e das areias que espelham o céu no litoral cearense. Kelsen Bravos com ilustração de Daniel Diaz.
Edições Casa do Conto

Miniprosas poéticas sobre a cultura e identidade brasileiras.
Kelsen Bravos com ilustração de Rafael Limaverde
Edições Casa do Conto
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Minissérie Maysa - último capítulo

Definitivamente, a minissérie difere em muito da biografia escrita por Lira Neto. É mais um olhar sentimental do filho da Maysa. Ele reconstrói a história tal como ele queria que fosse. O capítulo de sua ida à Europa estudar registra sentimentos de solidão da criança vítima da saudade que foi o filho de Maysa. Se a intenção foi essa, chegou a comover, mas não pelo filho que foi e sim pelo homem que é.
Que dizer então? Que Manoel Carlos sabe atender a uma encomenda bem paga?
Atenção ao vencimento de sua CNH
O jurisconsulto Ênio Bravos me avisa que "foi criada uma lei, na mesma época da chamada 'lei seca', decretando só se poder renovar a carteira num prazo de, no máximo, 30 dias após o vencimento da mesma. Após esse prazo, a carteira é cancelada automaticamente e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira. Fiquem atentos quanto ao vencimento de sua CNH. Só por alto, fora a multa, se flagrado em uso fora do prazo, para tirar novamente a CNH, fica por volta de R$ 800,00 e leva mais ou menos de 2 a 3 meses, isso se passar por tudo da primeira vez."
Então, olho do prazo.
Então, olho do prazo.
12 conselhos para um feliz infarto
Recebi e-mail contendo essas bem-humoradas observações, supostamente assinadas por um cardiologista chamado Ernesto Artur. Identifiquei-me bastante e me diverti também. Eis a carta:
"Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro, enferruja!!. .rs)
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
OS ATAQUES DE CORAÇÃO
Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes. Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram. Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro..NÃO SE DEITE !!!!
Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida!"
"Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro, enferruja!!. .rs)
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
OS ATAQUES DE CORAÇÃO
Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes. Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram. Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro..NÃO SE DEITE !!!!
Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida!"
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Alter ego boboca

Na minissérie Maysa - quando fala o coração, há pelo menos uma diferença em relação à biografia Maysa - só numa multidão de amores. Na televisão, Ronaldo Bôscoli é um personagem boboca; no livro, não; os registros sobre o compositor indiciam um, digamos, romântico "canalha", talvez.
Mas, em se tratando da direção de Jayme Monjardim, a boboquice não surpreende. Ele transformou Prestes em um paspalhão de tão pateta, ao dirigir o filme OLGA, baseado (com o devido crédito) na biografia escrita por Fernando Morais (que não tem nada a ver com o caráter tolo dado a Prestes). O renomado e talentoso diretor é tão personalista que acaba emprestando aos personagens masculinos importantes de seus filmes a própria identidade, eles são o alter ego do diretor.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Um livro sem o devido crédito na minissérie Maysa

Quem leu a biografia Maysa - só numa multidão de amores, resultado de minuciosa pesquisa (três anos) do jornalista Lira Neto, ao assistir à Maysa - quando fala o coração, minissérie da rede Globo, percebe nas cenas a simples transposição dos contextos escritos no livro. Estranha-nos o fato de não haver o devido crédito ao premiado biógrafo no expediente e nem nas reportagens sobre a minissérie. Será que o talentoso Manoel Carlos age sempre assim ao escrever seus roteiros de sucesso?!
Entre outras "coincidências", o capítulo de estreia começa sua narrativa pelo fim, tal como o faz Lira Neto, na biografia; e também a cena da cantora passando de ônibus em fente à mansão dos Matarazzo é idêntica à do livro. Essas "coincidências" valem muito mais do que uma referência da biografia nos créditos da minissérie como "consulta bibliográfica".
Vamos acompanhar a excelente (podia ser diferente?) minissérie para ver o quanto ainda tem do livro. Proponho a quem não o leu que o faça e também compare. Onde encontrar Maysa - só numa multidão de amores.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Quadrilha - parodiando Drummond
O cenário político de Fortaleza depois da reeleição de Luizianne Lins (PT) configura-se de embates entre os poderes executivo e legislativo municipais. O ingrediente maior dessa disputa é o vice-prefeito eleito, Tin Gomes (PHS), ter conspirado contra a titular para eleger presidente da Câmara de Vereadores Salmito Filho (PT). Ela apoiava Elpídio Nogueira (PSB). Tin Gomes é primo do atual governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), que o indicou para vice. Com isso Cid pôs em xeque qualquer pretensão de Lins abandonar a gestão municipal para disputar um cargo eletivo em 2010, mesmo sendo aliado dela.
Parodiando Drummond, a coisa fica assim: Tin que ama Salmito, que amava Luizianne, que amava Elpídio, que amava Cid, que não ama ninguém...
SALMITO FILHOTE DE GOMES?
Um presidente de qualquer poder legislativo tem de ser independente e agir com muita transparência. Salmito Filho está mais para depositário do caráter do vice-prefeito, que, verdade seja dita, foi, à frente do legislativo municipal, simpático aos interesses da primeira gestão de Luizianne Lins. Filho terá, entretanto, chances de mostrar não ser filhote do Gomes. Ele poderia começar explicando os critérios para definir a escolha dos componentes da mesa diretora e das lideranças das comissões como a de orçamento.
TRANSPARÊNCIA NA VICE-PREFEITURA
Quanto a Tin Gomes, gostaria de saber qual é mesmo a função de um vice-prefeito. Seria bom ele submeter um plano de ação da vice-prefeitura (quando não estiver substituindo a titular) à apreciação da prefeita Luizianne Lins (a quem, de fato e de direito, a população de Fortaleza elegeu, a despeito do vice que lhe foi imposto). Após o aceite da prefeita, seria o plano de ação apresentado aos cidadãos de Fortaleza.
ELEITORES ATENTOS
Uma observação a mais: um legislativo municipal subserviente a um vice-prefeito infiel é prenúncio de golpe. Não queremos um outro Juraci Magalhães. Os eleitores de Fortaleza estamos atentos!
BÍBLICA
Grande foi o Rei Davi, que fez 73 Salmos. Esse Tin Gomes fez apenas um Salmito.
Notícias associadas:
Blog do Eliomar
Parodiando Drummond, a coisa fica assim: Tin que ama Salmito, que amava Luizianne, que amava Elpídio, que amava Cid, que não ama ninguém...
SALMITO FILHOTE DE GOMES?
Um presidente de qualquer poder legislativo tem de ser independente e agir com muita transparência. Salmito Filho está mais para depositário do caráter do vice-prefeito, que, verdade seja dita, foi, à frente do legislativo municipal, simpático aos interesses da primeira gestão de Luizianne Lins. Filho terá, entretanto, chances de mostrar não ser filhote do Gomes. Ele poderia começar explicando os critérios para definir a escolha dos componentes da mesa diretora e das lideranças das comissões como a de orçamento.
TRANSPARÊNCIA NA VICE-PREFEITURA
Quanto a Tin Gomes, gostaria de saber qual é mesmo a função de um vice-prefeito. Seria bom ele submeter um plano de ação da vice-prefeitura (quando não estiver substituindo a titular) à apreciação da prefeita Luizianne Lins (a quem, de fato e de direito, a população de Fortaleza elegeu, a despeito do vice que lhe foi imposto). Após o aceite da prefeita, seria o plano de ação apresentado aos cidadãos de Fortaleza.
ELEITORES ATENTOS
Uma observação a mais: um legislativo municipal subserviente a um vice-prefeito infiel é prenúncio de golpe. Não queremos um outro Juraci Magalhães. Os eleitores de Fortaleza estamos atentos!
BÍBLICA
Grande foi o Rei Davi, que fez 73 Salmos. Esse Tin Gomes fez apenas um Salmito.
Notícias associadas:
Blog do Eliomar
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Nova Ortografia
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Minissérie Maysa na Globo
Depois de "ressuscitada" pela competente biografia escrita pelo jornalista Lira Neto, a vida da cantora Maysa vira minissérie na Globo, dirigida por Jaime Monjardim, filho da puava artista que tinha o espírito bem avante de seu tempo. Impressiona a semelhança dos atores do seriado com as pessoas da novela real que foi a vida da musa-estopim da música brasileira. Confira as cenas.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Não se bate em mulher, já dizia meu bisavô, nem com uma flor.

Homens unidos pelo fim da violência contra as mulheres.
Fique adido a essa causa. Clique e prove ser macho.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Tamboril - uma cidade leitora
A 1ª Minimaratona de Contação de Histórias de Tamboril, promovida pela Casa do Conto, revela ser a cidade um celeiro de talentos. Foram intensas três horas de narração de contos, músicas, adivinhas e declamação de poesia. Participaram do evento crianças, pré-adolescentes, adolescentes, adultos e melhor idade. A sociedade tamborilense se fez representar por seus cidadãos e cidadãs (de todas as idades), líderes comunitários, diretores escolares e representantes dos gestores locais. O prefeito de Ocara, em visita a sua cidade natal, também se fez presente. A família de Tamboril se reuniu numa festa de incentivo a leitura e solidariedade, uma vez que a minimaratona também lançou a campanha "Histórias por um Natal sem Fome", que consta de uma série de eventos de contação e das ações do Clube de Leitura da Casa do Conto em Tamboril.
Confira as fotos: clique.
Leia também: Lamparina de histórias
Confira as fotos: clique.
Leia também: Lamparina de histórias
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Casa Ilustrada

O SESC em parceria com as Edições Casa do Conto promove, em comemoração à Semana da Criança, a exposição Casa Ilustrada, na Galeria de Arte da sede na Clarindo de Queirós. As escolas podem agendar visita para o bate-papo com a curadora da exposição, Nathália Forte.
A Casa Ilustrada expõe imagens de livros das Edições Casa do Conto, editora especializada em literatura para crianças. Ela é o segmento editorial de uma associação sem fins lucrativos formada por escritores, artistas plásticos, contadores de histórias e educadores para promover a leitura como forma de inclusão social.
Os livros da Casa do Conto nascem da arte do escritor e do ilustrador. Ao serem lidos, eles ganham a vida na imaginação dos leitores. A exposição reúne, portanto, a emoção de vários artistas: a do artista da palavra (o escritor), a do artista plástico (o ilustrador) e a do artista leitor (você).
A Casa Ilustrada lança um desafio em forma de brincadeira. Expõe a imagem sem o texto, a fim de que você leia o sentimento do ilustrador nas cores e formas, e – melhor ainda – sinta nas ilustrações a emoção por você mesmo. Depois, eis o desafio, expresse em palavras o que sente.
Cumprido o desafio, resta a leitura do livro; esta, porém, é uma outra história…
Mas você, leitor, tem toda a liberdade para sentir e, se quiser, não dizer nada.
A sua presença já é para nós uma grande emoção.
Kelsen Bravos
Editor
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
MAIS RESPEITO!
A continuidade de Luizianne Lins na PMF é substantiva, significa a prática do Orçamento Participativo (excelente caminho para democracia direta), a realização das obras planejadas, negociadas, orçadas, licitadas, enfim prontas para acontecer.
Há eloqüente lista de obras (todas previstas pela gestão atual) que mereciam ter sido melhor debatidas. Não o foram, o que ocorreu foi um festival de agressões, uma grosseria, que o eleitorado de Fortaleza (um dos mais conscientes e qualificado das Américas) não aceita!
(Atenção candidatos: para ganhar eleição em Fortaleza, precisa ter conteúdo, nada de bazófia, messianismo, paternalismo e estrionismo! Mais respeito, por favor!)
Um segundo turno bem seria saudável; mas a falta de propostas e um debate mais objetivo sobre Fortaleza frustrou o eleitor que parece optar decidir a eleição no primeiro turno.
Seriam bons nomes para um segundo turno com Luizianne Lins: Renato Rosendo ou Patrícia Saboya.
As demais candidaturas precisam primeiro levar-se mais a sério. Sérgio Braga é um bom quadro político (nem teve tempo de falar), Barreto perdeu-se na ironia de um rancoroso discurso (poderia ter sido mais inteligente, e isso ele o é; mas o rancor embotou-lhe o raciocínio); Carlinhos, uma liderança que merece respeito, cumpriu o objetivo de divulgar o partido. Júnior parece não saber o que é administrar uma cidade, suas bandeiras são a de um pleito para grêmio escolar. Os demais não merecem comentários de minha parte, porque desrespeitam demais o eleitor: falam muito em vão o nome do povo e o nome de Deus.
Vergonha na cara faz bem e dá voto.
Há eloqüente lista de obras (todas previstas pela gestão atual) que mereciam ter sido melhor debatidas. Não o foram, o que ocorreu foi um festival de agressões, uma grosseria, que o eleitorado de Fortaleza (um dos mais conscientes e qualificado das Américas) não aceita!
(Atenção candidatos: para ganhar eleição em Fortaleza, precisa ter conteúdo, nada de bazófia, messianismo, paternalismo e estrionismo! Mais respeito, por favor!)
Um segundo turno bem seria saudável; mas a falta de propostas e um debate mais objetivo sobre Fortaleza frustrou o eleitor que parece optar decidir a eleição no primeiro turno.
Seriam bons nomes para um segundo turno com Luizianne Lins: Renato Rosendo ou Patrícia Saboya.
As demais candidaturas precisam primeiro levar-se mais a sério. Sérgio Braga é um bom quadro político (nem teve tempo de falar), Barreto perdeu-se na ironia de um rancoroso discurso (poderia ter sido mais inteligente, e isso ele o é; mas o rancor embotou-lhe o raciocínio); Carlinhos, uma liderança que merece respeito, cumpriu o objetivo de divulgar o partido. Júnior parece não saber o que é administrar uma cidade, suas bandeiras são a de um pleito para grêmio escolar. Os demais não merecem comentários de minha parte, porque desrespeitam demais o eleitor: falam muito em vão o nome do povo e o nome de Deus.
Vergonha na cara faz bem e dá voto.
domingo, 7 de setembro de 2008
7 de Setembro
Desfile militar, a parada, feito pelas forças armadas, polícia, bombeiros e afins é tradição. Todo ano deve acontecer. É até bonito.
Agora... deploráveis são as escolas comemorarem o 7 de Setembro com uma parada militar. Quando é que a Educação vai se tocar de que há muito este país deixou de ser um quartel?!
Precisamos de manifestações cívicas, patriotas sim, para fortalecer o sentimento de posse e auto-estima, de CIDADANIA da nação brasileira. O que um desfile militar promovido pelas escolas ajuda nisso?!
Que Educação, hem?!
Alguém conhece uma escola que faça diferente?
Agora... deploráveis são as escolas comemorarem o 7 de Setembro com uma parada militar. Quando é que a Educação vai se tocar de que há muito este país deixou de ser um quartel?!
Precisamos de manifestações cívicas, patriotas sim, para fortalecer o sentimento de posse e auto-estima, de CIDADANIA da nação brasileira. O que um desfile militar promovido pelas escolas ajuda nisso?!
Que Educação, hem?!
Alguém conhece uma escola que faça diferente?
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Viva, Waldick!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
O meu amor plural
Dia 23 de abril, dia do meu amor plural.
O meu coração já estava mais que ateu, mudava de fato de calçada quando me aparecia uma flor. Mais do que jardim sem luar, eu era só desamor. Quando a Lídis me (re)apareceu, desaguou torrencial (e ainda está desaguando) em mim o seu amor. Iluminou meu pântano, alimentou meu mangue, fortaleceu meu rio. Desde então venho me oceanando cada vez mais de seu sou, de sua alegria; e, deste mar, me reverto a ela, rio às avessas, com o meu sou, com esto plenilunar. Ela é minha constância e instabilidade, minha guerra e minha paz, minha robustez e minha debilidade, minha paixão e meu amor.
Agora somos mais Vida. Aguardamos Luísa Moura Bravos para início julho.
Meu amor é plural.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Por Amor à Mestiça Deusa do Sol
Dia 13 de abril, Fortaleza faz, oficialmente, aniversário. Na sexta-feira, dia 11, artistas da capital do Ceará, em cortejos vindo de vários lugares, encontram-se na Praça do Ferreira, tida como o Coração da Cidade. A idéia é declarar à Mestiça Deusa do Sol amor em forma de maracatu, circo, quadrilhas juninas, boi, dança, bonecos gigantes, tambor de coboclo e muita música. Leia mais .
(Fonte: http://www.fortaleza.ce.gov.br/)
(Fonte: http://www.fortaleza.ce.gov.br/)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Prêmio Casa do Conto
No dia 25 de março, o projeto Casa do Conto aniversaria. Neste 2008 completa seis anos. No vídeo acima, de 2005, a direção executiva fala a representantes do público da ONG Casa do Conto, pais, crianças, líderes comunitários e professores.
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