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quinta-feira, 21 de junho de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
"A leitura tem que ser despertada como um prazer para a vida inteira"
(Foto de F Fontenele)
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Encalhe, destruição: a superprodução de livros no Brasil
Tomemos o texto de Raquel Cozer para uma reflexão sobre o mercado editorial no Brasil.
A reportagem de capa de hoje do Sabático começou a se desenhar muitos meses atrás na minha cabeça, ou, hm, talvez fosse melhor dizer que começou a se esparramar na minha mesa de trabalho. A ideia decorreu da percepção de que nunca tantos livros foram enviados para divulgação no jornal, impressão sobre a qual já escrevi aqui e que aproveitei para confirmar na entrevista que Rinaldo, Bira, Toninho e eu fizemos com o Luiz Schwarcz. Como disse na semana passada o Rinaldo, meu editor,
Editoras deixam de vender 10% dos títulos porque eles estão esgotados
Dado é observado mensalmente nas compras feitas por bibliotecas e órgãos públicos, segundo a distribuidora Empório Vértice
De 10% a 12% de todos os títulos que as bibliotecas (públicas e privadas) e órgãos públicos compram por mês não chegam a ser entregues pelas editoras porque estão esgotados. O dado é da Empório Vértice, distribuidora especializada nas vendas para esses segmentos, que faz parte do grupo Book Partners. A empresa participa de licitações governamentais e atende instituições de ensino superior – entre elas a Estácio, maior rede de faculdades do país, com exclusividade. Para Eduardo Cunha, sócio da companhia, a solução para que todas as compras fossem atendidas é a impressão sob demanda. “Não se justifica fazer uma tiragem comercial para todos os títulos, mas alguns poderiam continuar ativos no catálogo e serem impressos apenas quando houvesse compra – ainda que por um preço unitário mais alto”, afirma, “Infelizmente, a impressão sob demanda ainda não é uma realidade no Brasil.”
fONTE: PublishNews - 26/01/2012 - Roberta Campassi
Estante virtual adota sistema de pagamento PayPal e causa protestos
Portal troca sistema de pagamentos e altera ferramenta para contra-atacar concorrência; usuários e livreiros protestam na internet
No dia 17 deste mês, a Estante Virtual, maior portal de venda de livros usados e semi-novos do país, trocou o sistema de pagamentos Pagamento Digital, brasileiro, pelo PayPal, que pertence ao eBay, americano. No sábado, dia 20, começou uma onda de reclamações na internet a respeito da troca. Até hoje de manhã, havia centenas de manifestações na página da empresa no Facebook, com relatos de problemas para realizar compras e com pedidos para que a mudança do sistema seja desfeita.
Entre as principais reclamações por parte dos clientes finais estão a lentidão no processamento das compras, erros na cobrança (como duplicação de valores) e dificuldades de cadastramento. Já quem é vendedor na Estante Virtual (livreiros ou leitores que vendem seus livros) protesta contra o aumento das taxas e a obrigatoriedade de usar o PayPal - e, consequentemente, de aceitar transações via cartão de crédito, mais custosas do que opções como o depósito bancário.
Segundo André Garcia, fundador e principal executivo da Estante Virtual, estão ocorrendo
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