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terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
CAIU A MÁSCARA (ou) A VERDADEIRA RAZÃO DO DESESPERO
por José Carlos Sucupira*
O editorial do Estadão e a coluna da página quatro do Globo - que retrata a opinião do patrão - não deixam dúvidas. Eles têm medo de Dilma governar com maioria no Congresso. Foi assim em 1964. Mas agora não vai dar! Adivinha por quê? Por que existe a Internet.
Desde 1945 que as eleições só coincidiam de 20 em 20 anos. O Presidente era eleito de cinco em cinco anos, os deputados, de quatro (perdoem) em quatro, e os senadores de oito em oito anos. Porém, de 20 em 20 anos o presidente e o Congresso seriam eleitos na mesma data. Em 1965 iria acontecer a perigosa coincidência de datas, com a nítida predominância do partido do presidente João Goulart - PTB. Ninguém tinha dúvida de que o presidente eleito – que poderia ser Leonel Brizola – teria maioria no Congresso e poderia fazer as reformas populares que se anunciavam necessárias. Não foi por outro motivo que “as forças da reação” apoiadas pela mídia (a mesma de hoje), alguns militares descontentes – cabeça feita contra o “perigo do comunismo” e da “república sindicalista” – patrocinados pela CIA e pelas multinacionais aqui instaladas, resolveram dar um golpe para não permitir as eleições de 1965.
HOJE NEM TENTAM DISFARÇAR
Na falta de apoio, porque os militares (assim como o povo) não são mais enganados pelas manchetes destorcidas, e os empresários não estão tão descontentes assim, a mídia comandada pelo consórcio ANJ/Abert partiu sozinha para a briga, tentando criar clima para reduzir o apoio popular aos partidos da base do Governo tentando duas vitórias:
E como se não bastasse, passa a destilar ódio nas manchetes de primeira página, como hoje (25/9/2010): “Governo avança (sic) na Petrobrás, mas o investimento é privado” – ou “Julgamento de Ficha Limpa no STF pode voltar à estaca zero “Peluso culpa Lula por não ter preenchido a 11ª vaga no Supremo” Quando todo mundo sabe que o presidente Lula deixou (democraticamente) para decidir essa escolha depois das eleições, ouvindo o(a) novo(a) presidente eleito(a). Já sobre a Petrobrás, O Globo não conseguiu esconder a revolta por Lula ter recomprado as ações que Fernando Henrique vendeu.
Desde 1945 que as eleições só coincidiam de 20 em 20 anos. O Presidente era eleito de cinco em cinco anos, os deputados, de quatro (perdoem) em quatro, e os senadores de oito em oito anos. Porém, de 20 em 20 anos o presidente e o Congresso seriam eleitos na mesma data. Em 1965 iria acontecer a perigosa coincidência de datas, com a nítida predominância do partido do presidente João Goulart - PTB. Ninguém tinha dúvida de que o presidente eleito – que poderia ser Leonel Brizola – teria maioria no Congresso e poderia fazer as reformas populares que se anunciavam necessárias. Não foi por outro motivo que “as forças da reação” apoiadas pela mídia (a mesma de hoje), alguns militares descontentes – cabeça feita contra o “perigo do comunismo” e da “república sindicalista” – patrocinados pela CIA e pelas multinacionais aqui instaladas, resolveram dar um golpe para não permitir as eleições de 1965.
HOJE NEM TENTAM DISFARÇAR
Na falta de apoio, porque os militares (assim como o povo) não são mais enganados pelas manchetes destorcidas, e os empresários não estão tão descontentes assim, a mídia comandada pelo consórcio ANJ/Abert partiu sozinha para a briga, tentando criar clima para reduzir o apoio popular aos partidos da base do Governo tentando duas vitórias:
- levar a candidata (que sabidamente vai vencer as eleições) ao segundo turno, onde seria levada a “negociar” com eles um apoio formal, onde poderiam manter o atual sistema de distribuição de verbas publicitárias. Ou - quem sabe? - um pouco mais;
- reduzir o apoio popular aos candidatos da base do governo, para que eles não venham a ser maioria no Congresso. Isso ela só permitiria a Fernando Henrique, que falava a mesma língua e seguia a mesma cartilha neoliberal. Reconhecendo a derrota por antecipação, o “sistema” passou a apelar para seus “mídia boys”, tipo Pedro Simon, e usar a (não sei se inocente) Marina Silva, como escada para levar Serra ao segundo turno.
E como se não bastasse, passa a destilar ódio nas manchetes de primeira página, como hoje (25/9/2010): “Governo avança (sic) na Petrobrás, mas o investimento é privado” – ou “Julgamento de Ficha Limpa no STF pode voltar à estaca zero “Peluso culpa Lula por não ter preenchido a 11ª vaga no Supremo” Quando todo mundo sabe que o presidente Lula deixou (democraticamente) para decidir essa escolha depois das eleições, ouvindo o(a) novo(a) presidente eleito(a). Já sobre a Petrobrás, O Globo não conseguiu esconder a revolta por Lula ter recomprado as ações que Fernando Henrique vendeu.
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*JORNALISTA, CIENTISTA POLÍTICO E PROFESSOR/ASSESSOR DE IMPRENSA DO PDT NA CONSTITUINTE/EDITOR REVISTA INSTALAÇÃO CULTURAL E JORNAL DECISÃO/JORNAL DO BRASIL/JORNAL MOVIMENTO/RÁDIO CIDADE FM/ DIRETOR IMPRENSA OFICIAL-RJ/DIRETOR DETRAN-RJ/MEMBRO CONSELHO ABI
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Corruptos disfarçados de democratas, peguem o beco!
Quem fala desvirtuando fatos não merece credibilidade. Quem manipula informações para enganar a opinião pública pratica desonestidade. A Revista Veja, useira e veseira dessa prática, sempre a favor da direita, tenta reverter os resultados das pesquisas de intenção de votos pró-Dilma, para presidente do Brasil, e pró-Cid Gomes, para governador do Ceará.
Essa prática desonesta associou, às vésperas da eleição de 1989, o PT de Lula ao sequestro de Abílio Diniz (uma mentira). Agora tenta fazer o mesmo contra Dilma, para presidente, e contra Cid Gomes, para governador do Ceará.
A quem favorecem essas notícias desvirtuadas? Sempre os candidatos de direita são os beneficiados, são a eles a quem $ideologicamente$ a Revista Veja está associada.
Esse golpe da direita é um tiro que vai sair pela culatra. Desesperados, desvirtuam os fatos na tentativa de enganar a opinião pública. Se antes da eleição agem assim imaginem só essa corja no poder.
Nada tão perigoso para democracia quanto a prática do denuncismo vazio contra quem trabalha sério. Se quem faz esse tipo de denúncia, chega ao poder, teremos de volta a corrupta ditadura que levou o Brasil à miséria e a elite econômica brasileira a representar uma das maiores riquezas do mundo em paraísos fiscais.
O que a Veja faz é corrupção disfarçada de democracia. Ela é igual a quem se beneficia de suas mentiras. Estamos de olho. Eles (Veja e seus $"associados"$), numa expressão bem cearense, VÃO PEGAR O BECO!
Essa prática desonesta associou, às vésperas da eleição de 1989, o PT de Lula ao sequestro de Abílio Diniz (uma mentira). Agora tenta fazer o mesmo contra Dilma, para presidente, e contra Cid Gomes, para governador do Ceará.
A quem favorecem essas notícias desvirtuadas? Sempre os candidatos de direita são os beneficiados, são a eles a quem $ideologicamente$ a Revista Veja está associada.
Esse golpe da direita é um tiro que vai sair pela culatra. Desesperados, desvirtuam os fatos na tentativa de enganar a opinião pública. Se antes da eleição agem assim imaginem só essa corja no poder.
Nada tão perigoso para democracia quanto a prática do denuncismo vazio contra quem trabalha sério. Se quem faz esse tipo de denúncia, chega ao poder, teremos de volta a corrupta ditadura que levou o Brasil à miséria e a elite econômica brasileira a representar uma das maiores riquezas do mundo em paraísos fiscais.
O que a Veja faz é corrupção disfarçada de democracia. Ela é igual a quem se beneficia de suas mentiras. Estamos de olho. Eles (Veja e seus $"associados"$), numa expressão bem cearense, VÃO PEGAR O BECO!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
PSDB quer censurar Eu Gosto de Mulher
Confiram o discurso censor, extremamente autoritário do PSDB: "É um absurdo, temos que ficar de olho neste tipo de propaganda discreta" - disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB - "é preciso ter atenção, pois detalhes como este ficam na mente do eleitor e influenciam no momento do voto", completou em tom repreendedor." Leia mais...
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