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sábado, 28 de janeiro de 2012

Moção de repúdio à política nazi-fascista do PSDB

Em seu discurso de agradecimento ao Prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura (24/01/2011), os diretores do filme "Trabalhar Cansa", Juliana Rojas e Marco Dutra, leram um manifesto de cerca de três minutos. No texto, eles criticaram os episódios de violência contra a população na Universidade de São Paulo (USP), a operação sufoco realizada na região da "Cracolândia" e a ação de desocupação urbana Pinheirinho, em São José dos Campos, interior paulista. Confira o discurso no vídeo abaixo:






A Opus Dei de Alckmin, o anticomunismo e o desprezo ao "populacho" está apenas se radicalizando, pois desde 2006 esta prática é anunciada e o senso crítico da maioria dos eleitores paulistas não lê, o que comprova seu analfabetismo político ou, pior, seu espírito nazi-fascista.


Leia abaixo artigo datado de janeiro de 2006 escrito pelo jornalista Marco Aurélio Weissheimer da Agência Carta Maior:



Entre a Daslu e o Opus Dei

Uma pequena nota intitulada “Cruz-credo”, publicada no “Painel” da Folha de São Paulo (17/01/2006), coloca gasolina na fogueira que começa a arder no ninho tucano. “Tucanos viram com apreensão a ligação de Alckmin à prelazia católica ultra-conservadora Opus Dei, feita por revista semanal. Acham que, com sinal trocado, pode causas estragos como a fuga de FHC à questão sobre seu ateísmo em debate de 85”, diz a nota. A revista em questão é a Época que em sua edição desta semana traz uma matéria de capa sobre “os segredos da organização mais poderosa e influente dentro da Igreja Católica”, o Opus Dei. A matéria de doze páginas conta, entre outras coisas, que o governador paulista é um dos políticos brasileiros com ligações mais estreitas com a organização. Os tucanos ligados a Alckmin desconfiam da autoria da nota, vendo nela as digitais do prefeito de São Paulo, José Serra. Mas, para além da guerra surda que ameaça se alastrar no PSDB, a nota da Folha e a reportagem de Época ajudam a mostrar algumas facetas obscuras do jeito tucano de ser e de agir.
E essas facetas são reveladoras do modo de pensar e agir dos dois principais postulantes tucanos à candidatura presidencial. O governador Geraldo Alckmin, maldosamente apelidado por seus adversários de “picolé de chuchu”, oscila entre o elogio do mundo do consumo, dos negócios e das celebridades e pretensões místicas que encontram no Opus Dei um terreno fértil. Vejamos, em primeiro lugar, o terreno mundano. Em junho de 2005, Alckmin desfez o laço da fita de inauguração da Daslu, apontada então como o maior “templo do consumo” do país. Em uma crônica memorável, Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, descreveu assim o entusiasmo do governador paulista com a nova loja: “E soam os violinos da Daslu Orchestra, formada por 50 músicos. São 12 horas de sábado. Alckmin, que chegou ao prédio de helicóptero, desfaz a fita. A Daslu é o traço de união entre o bom gosto e muitas oportunidades de trabalho, diz. Só para a família de Alckmin são duas: trabalham lá a filha e a cunhada dele, Vera”. Apenas alguns meses depois da inauguração, o bom gosto e as oportunidades de trabalho acabaram atingidos por denúncias de contrabando e sonegação.

Anticomunismo e condenação da modernidade
No terreno espiritual, a reportagem de Época, trouxe detalhes sobre o envolvimento de Alckmin com o Opus Dei, criado em